Se é um bem, porque faz tanto mal?
Pessoas chegam à beira da loucura por conta dele, de uma forma ou de outra;
Por tê-lo ou por falta dele.
Se analisar-mos mais a fundo realmente não é um bem, pois faz guerra, deixa as pessoas viverem na miséria, traz brigas e desunião, morte e tristeza, e quando se tem muito dele, traz solidão e egoísmo.
E como diz uma grande amiga: Quanto mais se conta de tostão a tostão, menos se tem.
Sem ele não comemos, não moramos, não temos saúde e isso é mesmo muito triste.
Desde que me entendo por gente, não se vive sem ele, é impossível.
Estamos mesmo presos a esse sistema capitalista!
Desolados, sem apoio de quem pode apoiar, de quem pode melhorar.
Muitas pessoas gostam de outras pessoas apenas por conta dele, e se você não tem a quantidade considerável que o outro julga ser importante, você não presta e nem tampouco serve para conviver com as mesmas.
Outros acham ser seus donos, apenas por ter um pouco mais do que você.
Ainda sonho em deixar-mos de ser escravos morais destes “tals”, dessas pessoas podres e feias de espírito!
Não vejo problema algum em alguns que se satisfazem com o simples e o necessário
São pessoas desapegadas à essa tal sombra da maldade, pessoas evoluídas.
Ter que cumprir horário, ter que deixar as coisas belas de sua vida passarem como as estações do ano, dói e mastiga noss’alma.
E esse consumismo desenfreado realmente me incomoda.
Pessoas cada dia mais egocêntricas, duras umas com as outras, com almas de pedras.
Tudo, nada mais, nada menos por conta desse pedaço de papel com grande valor material.
Espero nunca pegar essa doença epidêmica que faz matar a essência de cada um de nós, e espero nunca me tornar dependente incondicional dele.
A doença do dinheiro!